Gravar o que não existe mais
Para o parque virtual, visitamos um parque desativado no interior e gravamos correntes, lonas e ferros enferrujados. O som real é diferente do que se imagina: o vento em uma lona vazia tem uma nota baixa que um sintetizador raramente reproduz.
Depois de gravar, limpamos o áudio e organizamos em camadas. Cada cenário recebe uma combinação própria, e dois cenários nunca soam iguais.
O silêncio como instrumento
Nos cenários de maior tensão, a música quase desaparece. O som de passos e do vento ficam em primeiro plano. Esse silêncio dá a sensação de que algo está prestes a acontecer, mesmo que nada aconteça.
Testamos versões com música contínua e versões com pausas. As pausas ganharam em todos os testes. O jogador presta mais atenção quando não há melodia distraindo.


